quarta-feira, 28 de julho de 2010

Climas do Brasil

Climas do Brasil
Equatorial, tropical , tropical de altitude , tropical atlântico ou tropical úmido, subtropical
e semi-árido, informações sobre os diferentes tipos de climas, geografia do Brasil

Entendendo o clima

O extenso território brasileiro, a diversidade de formas de relevo, a altitude e dinâmica das correntes e massas de ar, possibilitam uma grande diversidade de climas no Brasil. Atravessado na região norte pela Linha do Equador e ao sul pelo Trópico de Capricórnio, o Brasil está situado, na maior parte do território, nas zonas de latitudes baixas -chamadas de zona intertropical- nas quais prevalecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20 ºC.


A amplitude térmica - diferenças entre as temperaturas mínimas e máximas no decorrer do ano - é baixa, em outras palavras: a variação de temperatura no território brasileiro é pequena.

Os tipos de clima do Brasil

Para classificar um clima, devemos considerar a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre muitas outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.

De acordo com essa classificação, os tipos de clima do Brasil são os seguintes:

Clima Subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro à março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.



Clima Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.



Clima Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.



Clima Tropical: temperaturas elevadas (média anual por volta de 20°C), presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.



Clima Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.



Clima Tropical Atlântico (tropical úmido): presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas.

Curiosidades:

- A ciência que estuda o clima e o tempo é o ramo da Geografia conhecido como climatologia.

- As mudanças climáticas têm provado, na atualidade, o derretimento das calotas polares e a intensificação do processo de desertificação.

A climatologia

Definição

A climatologia é um dos ramos da geografia física que estuda o clima e o tempo.

A climatologia é uma ciência muito importante, pois diversas atividades humanas (agricultura, economia, comércio, etc) dependem de dados do clima para tomar atitudes. Um fazendeiro, por exemplo, necessidade de informações do clima para saber quando, quanto e como poderá plantar e colher determinado gênero agrícola.

Com o uso da tecnologia moderna, principalmente dos satélites, a climatologia atual vem oferecendo dados e informações cada vez mais precisas sobre chuvas, secas, temporais, furacões, geadas, etc. As informações de médio e longo prazo, que antes eram inexatas, agora são geradas com alto grau de acerto pela climatologia.

Com as mudanças climáticas que temos verificado nas últimas décadas, principalmente o aquecimento global, a climatologia tornou-se ainda mais importante. Esta ciência oferece dados capazes de sinalizar para o aumento ou diminuição das temperaturas em nosso planeta.
http://www.suapesquisa.com/chuvaacida/
http://www.suapesquisa.com/clima/
http://www.suapesquisa.com/geografia/aquecimento_global.htm
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/gases_poluentes.htm
http://www.suapesquisa.com/cursos/curso_geografia.htm
http://www.suapesquisa.com/cienciastecnologia/inversao_termica.htm
http://www.suapesquisa.com/pesquisa/solucoes_aquecimento_global.htm
http://www.suapesquisa.com/geografia/conceito_geografia.htm

domingo, 11 de julho de 2010

Internet Não Tem um Dono Principal

Quem nasceu no final da década de 80 não sabe o que é viver sem e-mail, mensagens instantâneas, redes sociais e Web. Em seus primeiros passos no mundo da informática, a primeira geração brasileira pós-ditadura já estava conectada ao mundo inteiro pela Internet e tinha acesso a mais informação que seus pais, avós e professores jamais tiveram. Sistema criado em 1969 para conectar quatro computadores militares com sistemas operacionais diferentes, a Internet foi liberada comercialmente no final da década de 80 (no Brasil ela chegou em 1995) é hoje um conjunto de dezenas de milhões de computadores interligados por meio de linhas telefônicas, cabos de TV, fibra ótica e satélites.

Cada um desses computadores ligados à Internet faz parte de uma rede. Ao conectar-se via modem (pode ser modem a cabo, modem para conexão discada ou modem ADSL) ao seu provedor de serviços de internet, por exemplo, você passa a fazer parte da rede deles, que, por sua vez, conecta-se a uma rede maior e torna-se parte dela. A Internet é simplesmente uma rede de redes grandes, médias e pequenas.

Apesar de a Internet não ter um dono específico, ela é monitorada e mantida pela Sociedade da Internet, uma organização sem fins lucrativos que supervisiona a formação de políticas e protocolos que definem como usamos e interagimos com a Internet. Isso não significa que alguém está sentado diante de um computador central olhando tudo o que acontece na Internet e decidindo que tipo de informação circula na rede. Na verdade, essa entidade cria um sistema de regras e vocabulários padrão que permitem que as diferentes redes conversem entre si.

Sem essas regras, chamadas de protocolos, essas redes de computadores falariam idiomas diferentes e não se entenderiam. Outras empresas foram criadas para supervisionar a infraestrutura da Internet. A organização internacional IETF (Internet Engineering Task Force), por exemplo, é composta de vários grupos de trabalho que se concentram, cada um, em um assunto específico para manter a arquitetura e a estabilidade da rede. E a empresa Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) é quem administra o sistema de nomes de domínios da Internet conhecidos como DNS. Cada computador conectado à Internet faz parte de um domínio e tem um endereço exclusivo na rede (IP address).

A Icann é quem associa esse número específico ao nome de domínio. Quando você navega na Web ou manda um a mensagem de e-mail, está utilizando um nome de domínio – aquela parte da url que vem depois do www ou depois do sinal @ num endereço de e-mail, como www.uol.com.br ou @gmail.com. Para que sua mensagem chegue ao destinatário ou para que a página do site que você busca seja carregada no seu navegador, esse nome de domínio precisa estar associado a um número, caso contrário, sua mensagem não chegará nunca ao destino. É exatamente isso que a Icann faz.

Nomes como “howstuffworks.com”, são facilmente lembrados pelas pessoas, mas não ajudam em nada as máquinas. Todas elas usam endereços de IP para se referirem umas às outras. A máquina a que as pessoas se referem como "www.hsw.com.br", por exemplo, possui o endereço de IP 216.183.103.150. Toda vez que se usa um nome de domínio, os servidores de domínios da internet (DNS) estarão traduzindo os nomes de domínio legíveis em endereços de IP reconhecidos pelas máquinas.

Nenhum governo ou empresa pode se considerar dono da Internet. Ninguém pode ser considerado dono do sistema inteiro, da mesma maneira que acontece com o sistema de telefonia. Por outro lado, milhares de pessoas e empresas são donas da Internet. A Internet consiste de várias partes diferentes e cada uma delas tem um dono, por exemplo:

• Provedores de Serviços de Internet – donos da rede física que transporta o tráfego da Internet entre sistemas de computadores diferentes (backbone da Internet). Podem ser operadoras de telefonia como a Embratel e a Telemar, entidades como a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) e empresas de telecomunicações, como a Comsat Brasil ou a Impsat.

• Pontos de Troca de Tráfego (IXPs) – várias empresas e organizações sem fins lucrativos administram essas conexões físicas que interligam os backbones.

• Redes de computadores – se fizerem parte da Internet, têm donos. Os provedores de serviços têm sua própria rede, muitas empresas têm sua rede local, os governos têm sua rede. Cada uma dessas redes é uma parte da Internet e, ao mesmo tempo, uma entidade separada. Dependendo das leis locais, os donos dessas redes podem controlar o nível de acesso dos usuários à Internet, como na China. Até mesmo você que está lendo este artigo é dono da Internet. Você tem um aparelho para se conectar, não é mesmo? Pois esse aparelho faz parte de um sistema interligado, tornando-o proprietário de uma pequenina parte da Internet.

Como você pode ver, a Internet não tem um dono principal, mas os donos de cada uma das partes da rede podem influenciar no modo como ela funciona. Embora sua estrutura seja cuidadosamente desenvolvida e mantida, o conteúdo real da Internet continua a ser um espaço virtual que todos conhecemos e com o qual nos acostumamos.

domingo, 4 de julho de 2010

Alunos da Escola Roberto Low

Está foto é antiga da EEEM Dr. Roberto Low.

Férias de 2010

Férias de 2010. Em fevereiro de 2010, estivemos em MEIA PRAIA SC. Neste dia esfriou um pouco, mas foi a água da praia mais quente de todas veses que fomos.
Da para ver no fundo as algas marinhas. que se desprenderam do fundo do mar por causa do calor das águas.

Festa Junina da Escola Estadual Roberto Low

No dia 24 de junho de 2010, foi realizada a festa junina da Escola Roberto Low, alem de apresentaçoes diversas e tradicional casamento a caipira, muitos quitutes juninos.
Foto acima tirada pela Girlane. Eu e Meu neto João Arthur.

sábado, 3 de julho de 2010

RELATÓRIO DA OFICINA DO VII SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL

RELATÓRIO DA OFICINA DO VII SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL

1- Nome da Oficina:
Caricatura de imagem digital e produção de imagem 3D.
Professor Gilmar Antônio Fabrin

2- Nome dos Participantes: Adriane Rubert e Waldi Orlando Rehfeld.

3- Público Alvo:
Alunos do 1° ano do Ensino Fundamental da E.E.E.M. Dr. Roberto Löw de Nova Ramada.

4- Justificativa sobre a prática desenvolvida:
Iniciar o uso do Photoshop CS3 com alunos do 1° ano do Ensino Fundamental.

5- Ações desenvolvidas:
1º Registrar imagens de nossa localidade, pátio da escola, turma de alunos, com o uso da máquina digital, tendo como autores os próprios alunos.
2º Com uso do Photoshop CS3 fazer alterações nas fotos tiradas.

6- Resultados:
A realização das ações desenvolvidas foi muito significativa, pois conseguiu envolver e cativar os alunos. A turma tem 10 alunos e isso contribui para atingir os objetivos propostos, já que cada um pode trabalhar em um computador.
A visualização de imagens impressas manipuladas chama bastante a atenção dos mesmos e a manipulação por parte deles em um editor de imagens gerou muitas gargalhadas e corre-corre no laboratório de informática, pois todos queriam ver o resultado dos trabalhos realizados e o chamamento para visualizar em sua máquina (computador) era geral.
O 1º contato da turma com o programa foi com imagens da internet e nos demais contatos com as imagens produzidas por eles. Neste sentido, o interesse dos mesmos foi muito maior na manipulação das imagens por eles registradas.
Vale a pena constar que uma solicitação do grupo de alunos foi a impressão dos trabalhos realizados demonstrando a importância na autoria das produções.

7- Observações:
Importante destacar que os alunos do 1º ano estão em fase de alfabetização, não conhecendo todos os grafemas/fonemas. Por isso, os alunos restringiram-se no uso da ferramenta filtro, dissolver.
Pouco tempo para a manipulação do programa tanto por nós (professores) como pelos próprios alunos, pois há mais demanda no uso do laboratório de informática e também pelo fato que faz-se necessário o cumprimento do programa de alfabetização adotado pela escola, que ainda pode ser ajustado tendo em vista o enfoque na semana do meio ambiente (livro de ciências) e da lição Deu zebra no Zôo (livro de linguagem).

8- Bibliografia Consultada:
http://www.labmultimidia.org/downloads/LMDM-PBL2010-CursoProfessores.pdf

http://www.blogdoitalo.com/7-dicas-para-usar-o-photoshop-cs3/

http://www.alvoweb.com/como-criar-brushes-photoshop-cs3/

http://revistaescola.abril.com.br/premiovc/2009/rosangela.shtml